A reorganização das Forças Armadas da Líbia, anunciada no último dia 30 pelo coronel Muamar Kadafi, pode dar à indústria bélica brasileira considerável participação nos contratos decorrentes do orçamento trienal de US$4 bilhões já aprovado pelo governo para execução do programa lançado em Trípoli. O líder líbio considera prioritária a modernização do Exército e da Força Aérea, mas quer comprar material de fornecedores alternativos localizados em países em desenvolvimento. Kadafi mencionou como exemplos o Brasil, a Tailândia e a Argentina (O ESP).