A Igreja não terá candidato para a sucessão presidencial, mas a tendência predominante do clero e dos leigos católicos é de optar entre Mário Covas (PSDB) e Luís Inácio da Silva (PT). Entre os chamados progressistas, os bispos estão mais próximos de Covas, enquanto as bases-- padres, seminaristas, membros de entidades católicas e militantes de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs)-- preferem "Lula". Já os conservadores estudam os nomes de Aureliano Chaves (PFL) e Fernando Collor de Mello (PRN), embora muitos deles façam restrições ao ex- governador de Alagoas (O Globo).