O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), senador Albano Franco (PMDB/SE), defendeu ontem, no Rio de Janeiro, a renegociação provisória da dívida externa, com validade até o início do próximo mandato presidencial, como um dos pontos obrigatórios no acordo antiinflacionário que está sendo costurado pelo presidente José Sarney. Para o presidente da CNI, não há como o país arcar com US$2,5 bilhões em juros, com o pagamento fortemente concentrado no próximo mês de setembro, sem correr sérios riscos de exaurir as reservas cambiais e desorganizar a economia (GM).