Devido à ameaça de ocorrer déficit de energia elétrica a partir de 1993, as empresas concessionárias estão reativando as usinas termoelétricas a óleo combustível e construindo novas unidades. As usinas termoelétricas podem ser construídas a prazos e a custos inferiores aos de hidrelétricas. Por isso, a CEMIG (Companhia Energética de Minas Gerais), por exemplo, pretende construir uma termoelétrica nova e reativar outra de 125 megawatts, enquanto a CESP (Companhia Energética de São Paulo), prevê construir três termoelétricas com 350 megawatts cada uma (O Globo).