O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Sócio- Econômicos) reconhece que não pode pagar a seus funcionários o salário- mínimo de NCz$558,23 que calcula como o ideal para que o trabalhador brasileiro tenha uma vida mais digna. De seus 174 empregados, os 10% que trabalham como "office-boys" ou auxiliares de escritório recebem em torno de NCz$250,00 mensais, embora os demais recebem até três vezes o mínimo calculado pela entidade. "Todos sofrem as consequências da crise", defende-se o presidente do DIEESE, Joel Alves de Oliveira, também presidente do Sindicato dos Marceneiros de São Paulo, onde recebe um salário aproximado de NCz$1,8 mil (JB).