Se for bem sucedido na negociação com o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Brasil, seguindo as fórmulas do "Plano Brady", poderá conseguir uma redução de aproxidamente 3% ao ano de sua dívida externa de US$82 bilhões junto aos bancos comerciais. É a estimativa do secretário para Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Sérgio Amaral. É menos do que o país obteve no ano passado, com o programa de conversão em investimentos-- aproxidamente 5% do total da dívida, ou US$3 milhões. Não são números muito animadores, mas Amaral acredita que a fórmula do secretário do Tesouro americano abrirá a perspectiva de ingresso de novos recursos, tais como os US$4,5 bilhões oferecidos em abril pelo governo japonês, para um período de três anos (O Globo).