O orçamento do BNDES, que acaba de ser revisto, prevê aplicações de US$3,4 bilhões, aproxidamente (a cifra é praticamente a mesma em Bônus do Tesouro Nacional), e não deverá sofrer alterações por conta da reformulação da instituição. As prioridades continuam as mesmas, mas as áreas do Banco passaram por uma rearrumação, que alcançou inclusive as pequenas e médias empresas, as quais deverão ser melhor atendidas, agora que os seus interesses foram transferidos para a área da Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME), que só atuava no financiamento de máquinas e equipamentos. Ainda dentro da rearrumação da casa, uma parte da chamada Área de Projetos-I (AP-I)-- que abrangia mineração e metalurgia, química e petroquímica, bens de capital e indústria tradicionais, e agora mudou o nome para Área de Operações Industriais I-- transferiu-se para a nova Área de Operações Industriais II que, além da fertilizantes e papel e celulose, cuidará também da parte de indústria pesada (mineração e metalurgia, química e petroquímica) herdada da API-I. Quanto a Área de Operações Industriais I, financiará ainda projetos de informática, comércio, serviços e eletrônicos, entre outros (JC).