O presidente da Ação Integralista Brasileira (AIB), Anésio de Lara Campos Júnior, disse ontem, em São Paulo, que "veio de São Paulo, de um fundo destinado à luta anti-comunista no Brasil" a verba utilizada para financiar o atentado a bomba contra o Memorial 9 de Novembro, em Volta Redonda (RJ), há três semanas. Anésio acrescentou que obteve a informação junto à mesma fonte que lhe revelou, na semana passada, ter sido o ex-tenente da Marinha Ney Mohn, o autor do atentado. Em sua opinião, o uso do dinheiro para financiar a destruição do monumento provocou comentários negativos nos círculos direitistas. A Polícia Federal continua investigando as denúncias (FSP).