Os professores da rede de ensino particular de Salvador (BA) voltaram ontem ao trabalho, depois de 41 dias de greve que deixou sem aulas 30 mil alunos. Eles aceitaram a proposta patronal de reposição salarial de 49% retroativo a março, mais 8%, a partir de maio, válidos só para o pessoal de grandes estabelecimentos, e 6% aos professores de escolas menores (O ESP).