O governo já decidiu que vai aumentar a contribuição das empresas e dos trabalhadores, para cobrir o déficit da Previdência Social resultante dos novos benefícios assegurados pela Constituição. O ministro do Planejamento, João Batista de Abreu, confirmou ontem essa disposição do governo após reunir-se com o ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega. Apenas não está estabelecido o percentual das novas alíquotas. Já a proposta do Ministério da Previdência é elevar a alíquota do FINSOCIAL de 0,6% para 2% e reformular o sistema de cobrança das contribuições dos trabalhadores, que seriam calculadas por faixas de salários-mínimos e reduzidas das atuais cinco faixas salariais para três. A contribuição das empresas seria elevada de 17,5% para 20% (O Globo).