A imposição de um novo período de "silêncio obsequioso" ao teólogo franciscano brasileiro Leonardo Boff está sendo debatida nas Sagradas Congregações para a Doutrina da Fé e para os Institutos de Vila Religiosa do Vaticano e nos setores "conservadores" do episcopado brasileiro. Segundo as informações, a atuação de Leonardo Boff está provocando uma atitude generalizada de desagrado em alguns setores da cúpula da Igreja. Estariam causando uma preocupação especial em Roma as entrevistas e escritos de Boff, suas viagens ao exterior para se reunir com outros teólogos progressistas e o seu apoio explícito ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao seu candidato à Presidência da República, deputado federal Luís Inácio da Silva (FSP).