Em depoimento considerado contraditório, mais para o fantasioso, e que mereceu pouca atenção da Secretaria de Polícia Civil, um cidadão de 31 anos, cujo nome não foi revelado, que disse ser ex-funcionário da CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) e ex-soldado da Academia Militar de Agulhas Negras, contou ter visto na madrugada do dia dois de maio, quando explodiu uma bomba no Memorial 9 de Novembro, em Volta Redonda (RJ), um sargento e um tenente do Exército, ambos fardados, junto ao monumento, que o ameaçaram de morte e lhe chutaram o rosto. A testemunha afirma que estava bêbada e dormia próximo ao lago da praça. Eletricista de manutenção, atualmente sem emprego e morando em Barra Mansa (RJ) (JB).