ENVOLVIDOS NO CASO DO GÁS LACRIMOGÊNIO SÃO PRESOS

O fato de o 3o. sargento Alexandre Mariano Ferreira ter passado gás lacrimogêneo no rosto dos soldados, provocando queimaduras de 1o. e 2o. graus em nove deles, obrigando os recrutas a correrem em volta de uma fogueira cantando música do folclore mexicano, chamando de "frouxos" os que caíam e chutando o rosto de alguns deles, conforme o depoimento dos próprios soldados envolvidos no treinamento, foi considerado uma imperícia pelo Comando Militar do Planalto. Segundo nota distribuída, o Comando Militar informou que, pela Imperícia", o sargento foi punido com 30 dias de prisão e o capitão Danilo Ventura dos Santos, com 8 dias, por negligência (JB).