A partir de uma matéria-prima abundante em todo o país-- as areias monazíticas--, o Brasil já pode produzir aparelhos de laser para uso na medicina e na indústria. A técnica de produção consumiu sete anos de trabalho de uma equipe do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) de São Paulo, coordenada pelo físico Spero Penha Morato. O IPEN já desenvolveu oito protótipos de modelos com potências diferentes e uma cópia do maior deles, encomendado pela Marinha, está prestes a se transformar no primeiro produto utilizável da pesquisa. O IPEN planeja iniciar a produção comercial de seus aparelhos em um ano (JB).