As 11 pessoas acusadas pela promotora Leni Costa de Assis como responsáveis pelo naufrágio do "Bateau Mouche IV", na noite de 31 de dezembro, deram depoimentos que a promotora considerou "cínicos, mentirosos e criminosos": nove sugeriram que toda a culpa caberia ao engenheiro da empresa "Bateau Mouche Turismo", Mário Triller Rodrigues, o encarregado da manutenção do barco, que morreu no acidente junto com outras 54 pessoas. Inconformada com os depoimentos, a promotora quer provar que a embarcação levava 153 pessoas e não de 124 a 128, como declararam os sócios da empresa ao juiz Jasmim Simões da Costa, da 12a. Vara Criminal, que apura o caso. Os advogados dos acusados apresentam lista das testemunhas de defesa na próxima semana (JB).