ERRO MÉDICO LEVA À PRISÃO NO RIO GRANDE DO SUL

A Justiça gaúcha condenou ontem por homicídio culposo seis médicos do Hospital de Clínicas da Universidade Católica de Pelotas, pela morte da menina Patrícia Dias Haubmann, de cinco anos, ocorrida em maio de 1986. As penas variam de dois a três anos e quatro meses de prisão, em regime semi-aberto, e sem direito a "sursis". A menina morreu por asfixia, causada por inflamação e estreitamento da traquéia. Embora estivesse em estado grave e necessitasse de cirurgia, foi tratada apenas com compressas e soro, nas cinco horas em que esteve internada. Os médicos eram chefiados pelo doutor Fernando Celso de Barros, que recebeu a maior pena (JB).