Segundo dados da Comissão de Estatísticas Básicas da Área do Trabalho (Cebat) e da Assessoria Econômica do Ministério do Trabalho, a mobilização dos trabalhadores, em 1989, atingiu seu ponto máximo: as 1.914 greves realizadas representaram a perda de 63,5 milhões de jornadas de trabalho, um volume 7,6% superior a 1987 e 97,8% maior que em 1986. Nos primeiros dois meses de 1989, a tendência não se reverteu: houve 387 greves, um percentual quase 30% superior ao mesmo período do ano passado (FSP).