REDE DE COMPUTADOR LIGA CIENTISTAS AO EXTERIOR

Pesquisadores cariocas e paulistas vinculados a universidades estaduais já podem se sentir dentro do mundo acadêmico internacional. É que desde o início do ano, está funcionando no Rio de Janeiro e em São Paulo a rede acadêmica de intercâmbio, um moderno sistema de troca de dados e informações entre cientistas espalhados pelos principais centros de pesquisa do mundo. Trata-se, na verdade, de uma espécie de correio eletrônico onde as agências são substituídas por terminais de computador. No Rio de Janeiro, o serviço está centralizado no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e em São Paulo o sistema será oficialmente inaugurado amanhã, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). A rede acadêmica de intercâmbio existe há pelo menos quatro anos, mas só agora o Brasil começa a participar desse serviço, considerado por alguns pesquisadores o mais moderno instrumento de atualização científica. Por meio da rede, o pesquisador brasileiro pode entrar em contato com instituições de ensino e pesquisa sediadas no Canadá, no México, EUA, Europa, parte da Ásia e Japão (JB).