Os principais líderes sindicais do país acharam o índice oficial de reposição salarial de até 13,58% insuficiente. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, Luiz Antônio de Medeiros, disse que as reposições que o seu sindicato conseguiu, acima dos 13,58%, mostram que as empresas podem dar reajustes maiores. O presidente da CGT (Central Geral dos Trabalhadores), Joaquim dos Santos Andrade, disse que o índice determinado pelo governo está muito abaixo das necessidades dos trabalhadores. O presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores), Jair Meneghelli, depois de afirmar que o índice é ridículo, disse que, se o governo não rever sua posição, as centrais sindicais vão mostrar aos trabalhadores a necessidade de se fazer outra greve geral em maio (O Globo).