ASSESSOR DA FAZENDA DIZ QUE "PLANO BRADY" É POUCO

A proposta inicial do "Plano Brady" de reduzir a dívida externa dos países do Terceiro Mundo em 20% nos próximos três anos, não atende às necessidades do Brasil. A afirmação foi feita ontem, durante depoimento na Comissão de Finanças da Câmara dos Deputados, pelo secretário de Assuntos Internacionais do Ministério da Fazenda, Sérgio Amaral. Ele disse ser "pouco para o Brasil" uma redução neste nível, mas não revelou, porém, qual o percentual necessário. Também durante depoimento na Comissão, o presidente do Banco Central, Elmo Camões, defendeu a volta dos leilões de conversão da dívida externa brasileira em investimentos, suspensos desde o dia 15 de janeiro último (FSP).