Os 138 leitos destinados ao tratamento da AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) na rede pública de São Paulo (capital) não comportam a atual demanda de internações. A situação é muito mais grave quando o paciente de AIDS ou o portador do vírus-- que ainda não manifestou os sintomas-- precisam de tratamento psiquiátrico. Há apenas um leito público para "doentes agitados". Em documento encaminhado ontem ao secretário estadual de Saúde, José Aristodemo Pinotti, o Grupo de Apoio à Prevenção à AIDS (GAPA) relata que nos dias 18, 19 e 20 do mês passado um total de 14 pacientes ficaram aguardando vagas, não conseguindo nem ao menos uma internação provisória (FSP).