GOVERNO ACENA COM REPOSIÇÃO ENTRE 7% E 19%

A ministra do Trabalho, Dorothea Werneck, acenou ontem com a possibilidade de o governo propor reposições salariais em torno de 7% a 19%, mas a alternativa foi praticamente rejeitada por dirigentes da CUT (Central Única dos Trabalhadores) e da CGT (Central Geral dos Trabalhadores). Após a reunião com a ministra, na DRT (Delegacia Regional do Trabalho), em São Paulo, os representantes do movimento sindical afirmaram discordar da reposição escalonada e argumentaram que esse critério é aceitável apenas para aumentos reais de salários. A ministra marcou nova reunião com a CUT e a CGT para o próximo dia 12, quando as centrais sindicais apresentarão suas respostas oficiais (FSP).