TESOURO COBRE "ROMBO" COM IMÓVEL FUNCIONAL

A manutenção dos 10.760 imóveis funcionais que abrigam servidores públicos em Brasília vem provocando um prejuízo mensal de NCz$500 mil aos cofres públicos. As taxas de ocupação e conservação arrecadadas pelo governo dos ocupantes desses imóveis representam apenas um terço do total que é gasto (NCz$750 mil) para manter os serviços de vigilância, conservação e asseio. A diferença entre o custo real e o que é pago tem sido coberto com recursos do Tesouro Nacional. De acordo com informações do titular da Superintendência de Construção e Administração Imobiliária (SUCAD), Francisco Gil Castelo Branco, o maior obstáculo em estabelecer taxas compatíveis com as despesas está nos altos preços cobrados pelas seis empresas particulares que prestam os serviços ao órgão. "Se fôssemos simplesmente elevar as taxas, elas ficariam muito altas e isso nos obrigou a analisar as despesas", disse ele, ao relatar a intenção do governo em acabar com o prejuízo (FSP).