O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Mário Amato, acha que ainda há tempo para o governo pôr as suas contas em ordem e evitar uma pressão maior sobre os preços. O controle do déficit público, na sua opinião, significa o ajuste da expansão monetária, redução dos gastos com o custeio da administração pública e a extinção das empresas estatais improdutivas (O ESP).