O secretário-geral do Ministério do Trabalho, Lício Camargo, disse ontem que a infla>ão de março-- estimada em torno de 6%-- não será levada em conta na fórmula de reposição das perdas salariais provocadas pelo choque verão. Nas propostas elaboradas por técnicos dos Ministérios do Trabalho, da Fazenda e do Planejamento, que serão analisadas no próximo dia 27 pelo governo, a reposição da inflação de março ficará para futuras negociações. Todas as opções pressupõem que os salários devem voltar à média do ano passado (FSP).