Ao contrário do que informou, ontem, o comandante militar do Planalto, general Mário Orlando Ribeiro Sampaio, o 1o. sargento Alexandre Mariano Ferreira-- que passou gás lacrimogênio com água no rosto de 108 recrutas, provocando queimaduras-- ainda não foi detido. Por enquanto, a única punição que sofreu foi a de tratar, em liberdade, como enfermeiro do 11o. Depósito de Subsistência do Exército, dos 103 soldados que não precisaram ser hospitalizados. Segundo os soldados, o sargento procurou desculpar-se (O Globo).