Em duas paralisações com um total de mais de cinco horas, o trecho da Linha 1 do metrô, no Rio de Janeiro, entre a Praça Saenz Pena e o Estácio ficou ontem sem trens. A Companhia do Metropolitano alegou que tirou os trens de circulação por motivos técnicos: teria de contar no mínimo com dez, e só oito estavam em condições de circular. O presidente do Metrô, Álvaro Santos, ameaçou fechar as portas da empresa se até junho não receber do governo federal recursos de emergência para superar as dificuldades atuais. Acrescentou que antes disso poderá desativar o trecho em operação da Linha 2 ligando o Estácio a Maria da Graça. O BNDES informou que só vai liberar recursos para o Metrô quando o governo do Estado reescalonar o que deve ao banco (O Globo).