Dos 22 mil trabalhadores da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), 21 mil pararam a partir da zero hora de ontem. Só ficaram na Usina Presidente Vargas mil operários, divididos entre os alto-fornos 1 e 2, a coqueria e a sintetização. A manutenção dos equipamentos é imprescindível, caso contrário a usina corre o risco de prejuízos irreversíveis. A informação é do assessor do Sindicato dos Metalúrgicos, Colombo de Souza Vieira (JC).