O presidente do Sindicato dos Hospitais do Estado de São Paulo, Chafic Farhat, disse ontem que 90% dos hospitais particulares (55 no total) de São Paulo aderiram à suspensão do atendimento de consultas e serviços ambulatoriais considerados de rotina. Os hospitais paulistas querem a revogação da medida da Secretaria de Saúde, que determinou o não pagamento das consultas simples realizadas pelos estabelecimentos particulares contratados mediante convênio do estado com a Previdência Social. O secretário Estadual de Saúde, José Aristodemo Pinotti, entende que atendimentos de rotinas devem ser feitos pelos postos de saúde e não pelos hospitais (GM).