Os metalúrgicos da Cobrasma S/A, fábrica de seis mil empregados em Osasco (SP), entraram em greve ontem contra a decisão da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) de não cumprir a sexta cláusula do acordo coletivo da categoria, que prevê antecipações salariais periódicas-- 75% da diferença entre a URP (Unidade de Referência de Preços) e a inflação, sempre que essa defasagem for igual ou superior a 10%. Além disso, os metalúrgicos também reivindicam equiparação salarial com as empresas do mesmo porte da Cobrasma. Segundo eles, a defasagem é de cerca de 20% (GM).