O leva-e-traz entre o trabalho e a casa da grande e unida família de funcionários públicos de Brasília custou, em 1988, segundo as informações, NCz$4,24 milhões aos contribuintes. O dinheiro seria suficiente para comprar dois mil automóveis da marca "Gol". O governo federal paga atualmente NCz$950,00 por quilômetro rodado a seis empresas que mobilizam 376 ônibus para essa mordomia. O negócio é tão rendoso, numa cidade de transporte coletivo precário como Brasília, que as empresas preferem deixar os ônibus estacionados atrás dos ministérios nos intervalos das horas de "rush" (JB).