Aproveitando-se de uma informação privilegiada, despachada de Nova Iorque (EUA) pelo "chairman" Joseph Safra, o Grupo Safra conseguiu recuperar, com juros e correção mentária, os prejuízos calculados em mais de US$70 milhões que amargara em consequência do "Plano Cruzado". Segundo as informações, desde a primeira semana de janeiro o "chairman" do grupo soube que o "Plano Verão" obtivera sinal verde do FMI (Fundo Monetário Internacional) e que, em seu bojo, a correção monetária seria extinta. A diretoria imediatamene instruiu seus gerentes a efetivarem empréstimos somente a curtíssimo prazo com taxas préfixadas e a captarem com correção monetária mais juros generosos. Com o fim da correção, o Grupo Safra reuniu fabuloso volume de dinheiro captado à taxa média de 30% ao ano que, agora, está emprestando à taxa de 20% ao mês. Com isso, o grupo conseguiu faturar cerca de US$100 milhões desde a implantação do "Plano verão" (JC).