Ao instalar ontem, em Brasília, a Divisão de Assuntos Humanitários e Meio Ambiente do Itamaraty, o ministro Roberto de Abreu Sodré disse que o problema ecológico deve ser visto em termos globais e não de forma restrita ao Brasil. Ele criticou os países ricos por pressionarem o Brasil em relação à Amazônia, enquanto há outros problemas que têm de ser resolvidos, "como a chuva ácida, a caça às baleias, os testes nucleares e o destino dos resíduos industriais tóxicos". O ministro disse que o Brasil aceita a conversão da dívida externa para a preservação da Amazônia, desde que seja a fundo perdido e que não fira a soberania nacional (O Globo).