Nos últimos meses de 1988 quase 500 funcionários foram postos à disposição da Câmara Municipal do Rio de Janeiro mediante a falsificação de ofícios enviados à Casa por prefeitos do interior do estado. A presidente da Câmara, Regina Gordilho (PDT), cancelou os atos irregulares e contratou o criminalista Artur Lavigne para acompanhar o inquérito instaurado. "É dos maiores crimes de estelionato do país", afirma o advogado. Lavigne vai pedir à Secretaria de Polícia Civil a designação de delegados e peritos para apurar as falsificações (JB).