Em nome de mais de 500 especialistas, a ABA (Associação Brasileira de Acupuntura), filiada à "Societé Internationale Acupuncture divulgou ontem, no Rio de Janeiro, nota contestando a informação de que um adolescente francês contraiu AIDS (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida) durante tratamento com agulhas contaminadas. O caso, relatado semana passada por um médico francês, "está sujeito a falhas de avaliação e não tem qualquer valor epidemiológico", diz a nota. A ABA afirma, ainda, que, além disso, nenhum órgão nacional ou internacional jamais comprovou casos de transmissão do vírus por agulhas de acupuntura (JB).