De acordo com dados da UNESCO (órgão das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), o Brasil possui cerca de dois milhões de crianças superdotadas, mas investe muito pouco na educação delas. O Ministério da Educação destina menos de 1% de seu orçamento global, de NCz$5 bilhões, para a Secretaria de Educação Especial (SESP), que cuida dos superdotados e deficientes no país. Dos cerca de NCz$40 milhões destinados à SESP, apenas NCz$4 milhões financiam programas, oficiais e privados, especializados na educação de superdotados. A UNESCO informou que a Alemanha Ocidental, por sua vez, aplica US$164 milhões (NCz$164 milhões) por ano em programas de assistência a essa pessoas (O Globo).