A Pastoral da Moradia da Arquidiocese de São Paulo e os movimentos dos sem-terra paulistanos estão preocupados com a possibilidade de uma explosão de ocupações de terrenos ociosos, públicos e particulares, nos bairros periféricos de São Paulo, devido ao agravamento do problema de moradia entre as famílias de baixa renda. Os agentes pastorais vêm sendo pressionados pelos sem-terra para adotar uma posição mais radical, em favor de soluções para a questão de moradia, junto à prefeita Luiza Erundina, ao governador Orestes Quércia e ao governo federal (FSP).