A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Central Geral do Trabalhadores (CGT) uniram-se para a organização de um plano de resistência contra "as medidas recessivas e que representam arrocho salarial" contidas no Plano Verão. A decisão foi anunciada após encontro entre o presidente da CGT, Joaquim Santos Andrade, e o secretário nacional da CUT, Gilmar Carneiro, em Santo André, no ABC paulista. Embora descartem a deflagração imediata de uma greve geral, os sindicalistas incluíram uma paralisação nacional no plano de resistência (JC).