O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), Mário Amato, disse em Brasília que dará "um voto de confiança ao governo". Em São Paulo, o presidente do Banco Itaú, José Carlos Moraes de Abreu, considerou as medidas "extremamente duras". Para o presidente da Federação do Comércio do Estado de São Paulo, Abram Szajman, elas são recessivas (FSP).