O presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Mário Amato, criticou ontem a proposta de geral apresentada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) e pela CNTM (Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos) contra o "choque verão". Isso é uma forma de pressionar determinados setores quando, no pacto, todos têm a perder alguma coisa", afirmou (FSP).