Sem qualquer ganho salarial e depois de 22 dias de greve, os metalúrgicos da CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão), no Município de Serra (ES), decidiram ontem, em assembléia-geral, retornar ao trabalho. Eles conseguiram da empresa a promessa de não descontar os dias parados e não fazer demissões. A reivindicação salarial (153%) não foi atendida. A empresa manteve-se irredutível nos 130,88% propostos. O prejuízo acumulado com a paralisação atingiu o montante de US$27,5 milhões (FSP).