O 22o. dia de greve dos metalúrgicos da CST (Companhia Siderúrgica de Tubarão), em Serra (ES), foi marcado por nova repressão de policiais militares aos trabalhadores. A empresa decidiu manter a usina funcionando, mas os grevistas não aceitaram e resolveram impedir a entrada dos colegas. No confronto, 16 pessoas ficaram feridas, 34 ônibus foram danificados e uma pedra quebrou o pára-brisa do carro do presidente da empresa, José Moraes. Usando cassetetes, os PMs dispersaram os metalúrgicos que faziam barreiras na porta da empresa (JB).