A suspensão do pagamento dos juros da dívida externa é uma "solução extrema", que só deve ser adotada pelo governo brasileiro em último caso. Esta é a síntese de um documento que o ministro da Fazenda, Maílson da Nóbrega, enviou há cerca de 15 dias a seus colegas de Ministério. Preocupado com as críticas ao acordo celebrado com os bancos internacionais, o ministro alerta os demais ministros para o risco de "uma confrontação com a comunidade financeira internacional sem necessidade e sem proveito" (FSP).