O ministro da Fazenda, Dilson Funaro, informou que o governo não aceita reposição salarial nos mesmos níveis do ano passado. Para Funaro, a reposição dos salários, este ano, deverá ser igual "ou um pouco superior" ao crescimento da economia, estimado entre 5% e 6%. Ele disse que o documento do Ministério do Trabalho que propõe crescimento real de 12% dos salários este ano não é apoiado pelo ministro do Trabalho, Almir Pazzianotto. Funaro afirmou, ainda, que o governo não aceita também a trimestralidade, defendida pelos trabalhadores, porque teria de aceitar o repasse dos custos para os preços dos produtos (O Globo).