A Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC), responsável pela gerência do transporte coletivo no Município de São Paulo e pelo transporte de 30% dos passageiros, acumula uma dívida de Cz$28,6 bilhões no dia 31 de dezembro e uma de Cz$20,3 bilhões-- quatro vezes maior do que sua receita prevista para o mês--, a ser paga em janeiro. Cerca de 17% de sua frota de 3.549 ônibus estão encostados por falta de peças de reposição. Esses dados foram apresentados ontem pela nova secretária de Transportes, Teresa Lajolo, que definiu a situação da empresa como de colapso (FSP).