O secretário do Movimento Nacional de Defesa dos Direitos Humanos (MNDDH), Augustino Veit, disse ontem, em Belo Horizonte (MG), que quatro mil pessoas já morreram este ano no Brasili vítimas de grupos de extermínio, formado quase sempre por integrantes das polícias civis e militares. Ele disse que o MNDDH, criado em 1982 com o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), está preparando um dossiê para ser enviado à Anistia Internacional, que o publicará no final do próximo ano (JB).