O Serviço Voluntário de Assistência Social do Governo de Minas Gerais, dirigido por Maria Lúcia Cardoso, mulher do governador Newton Cardoso (PMDB), está obrigando lideranças comunitárias a assinarem um documento de apoio ao governo do estado, sob pena de moradores do bairro não receberem padrões de luz prometidos. A denúncia foi feita ontem, em Belo Horizonte, por Jairo Magela Chagas, presidente da Associação Comunitária Esperança, do bairro Caetano Furquim, que se negou a assinar o documento. Ele disse também que o documento, já assinado por 41 associações comunitárias, é datado de cinco de novembro, antes da derrota do PMDB de Newton Cardoso à prefeitura da capital (JC).