O setor siderúrgico é o que registra as negociações mais difíceis para a implantação da jornada de seis horas. Para começar, os dirigentes das empresas siderúrgicas entendem que o texto constitucional gera dúvidas ao não definir o que é turno ininterrupto de revezamento. "Há necessidade de se conceitar melhor isso. Uma lei complementar seria ideal para ambas as partes", afirma o coordenador da comissão de implantação de direitos sociais do Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS), José Carlos Terenzi (FSP).