Renegociação imediata do acordo da dívida externa, com participação do Congresso Nacional, visando a uma nova avaliação do principal da dívida, com novas condições de juros e formas de pagamentos. Esta é uma das reivindicações do documento assinado ontem, no Rio de Janeiro, por 26 entidades da sociedade civil, reunindo médicos, engenheiros, arquitetos, economistas e jornalistas de apoio ao pacto social. O documento afirma que a meta do acordo entre empresários, trabalhadores e governo deve ser a retomada do desenvolvimento econômico. O documento pede também que se mantenha o poder aquisitivo dos assalariados. Os signatários do documento propõem uma reanálise da política de subsídios do governo e, por fim, rigor absoluto no combate à sonegação fiscal e fim dos privilégios. Assinaram o documento, entre outros, representantes da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), ABI (Associação Brasileira de Imprensa), IAB/RJ (Instituto de Arquitetura do Brasil/Rio de Janeiro), Corecon (Conselho Regional de Economia), Sinicon (Sindicato da Indústria da Construção) e Cremerj (Conselho Regional de Medicina) (O Globo) (JC).