Os empresários deverão renunciar ao Pacto Social, caso o orçamento geral da União para 89 projete déficit acima de zero por cento, segundo previsão do empresário Luiz Eulálio Bueno de Vidigal (do Grupo Cobrasma), representante da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) na Confederação Nacional da Indústria (CNI), onde ocupa a vice-presidência. "Durante as negociações entre governo, empresários e trabalhadores ficou claro que o completo saneamento das finanças públicas era uma condição para o bom andamento do Pacto Social", disse Vidigal. Ele argumenta que não se poderá exigir das indústrias que contenham seus preços, se a União antecipar déficit em suas próprias contas (O ESP).